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Como ministro de Louvar deve levar as pessoas adorar o nosso Deus

em 13 de março de 2011

Como prometi a 2ª parte nesta semana è outros artigos do Pastor Ronaldo bezerra da nossa Comunidade sede Vl.carrão.

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REFLEXÃO SOBRE A MÚSICA NA CASA DE DEUS
“… o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”Marcos 10:45.
Como líder do ministério de música, vejo-me diante do dever de propor uma reflexão em torno de um assunto que interessa a todos nós.
Trata-se de uma avaliação que, como cristãos e músicos, devemos fazer na busca de uma postura e prática coerentes com a proposta do Evangelho na sua essência, “… o filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos”.
Acredito que todos nós temos uma crise relacionada com valores, ou seja, nossos valores conflitam com os valores de Deus. Nós achamos que sempre devemos ser os primeiros, mas o Senhor decidiu que os últimos serão os primeiros. Nós queremos que toda atenção do mundo esteja voltada para nós, mas o Senhor determinou que aquele que se humilhar será exaltado. Nós queremos competir, e no reino de Deus vigora a lei da cooperação (Ef 4:16).
Parece-me que estamos diante de um dilema e temos uma decisão a tomar. Às vezes me questiono se estamos agindo da maneira correta em relação ao talento musical que o Senhor nos deu. Até que ponto esse talento é um instrumento para serviço ou para auto-promoção? Qual o motivo que leva uma pessoa gravar um CD, considerando, por exemplo, a quantidade de trabalhos novos e a competitividade do mercado no setor evangélico? Será que estamos no rumo certo? Será que estamos prestando um serviço ou um desserviço à igreja, a sociedade e a nação?
Creio que o momento requer de nós uma revisão honesta e, quem sabe, uma reformulação completa de nossos valores, pois se nosso trabalho musical não segue os caminhos e valores eternos do evangelho de Cristo, estamos perdendo tempo, e o pior, o Senhor não está sendo glorificado.
Os nossos ministérios de música têm como missão primordial trabalhar por manter os valores divinos no lugar que devem estar, e, ao mesmo tempo, buscar unidade entre os músicos com o fim de dar e receber, e assim servir a igreja, a sociedade e a nação para a glória de Deus.
Creio que o Senhor está conosco e nos ajudará nesta caminhada, pois Ele é, e será sempre, a razão de ser da nossa vida, talento e ministério.
Deus abençoe!
Ronaldo Bezerra
(Para falar com o Ronaldo envie uma mensagem para ronaldo_bezerra@hotmail.com)

OS PERIGOS NO MINISTÉRIO

“Quanto a mim, estou sendo já oferecido por libação, e o tempo da minha partida é chegado. Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.” – II Timóteo 4:6-7.
O apóstolo Paulo, depois de completar o seu ministério fala de sua partida deste mundo. Paulo guardou a fé em dois sentidos: foi obediente à ela, e a transmitiu da maneira como a havia recebido. Paulo perseverou na obra do Senhor mesmo em meio à muitas tribulações (II Co 11:16-33). Muitos daqueles que estão no ministério desistem quando surgem tribulações, lutas e dificuldades. É importante termos o entendimento de que a questão não é apenas começar bem a obra de Deus, mas principalmente terminar bem a obra.
Paulo exorta o seu discípulo Timóteo sobre pelo menos cinco perigos no ministério. Vejamos a seguir:
1- Profissionalismo

• É quando ministramos sem lágrimas, com a fé fingida e sem fogo (dom de Deus). Em II Timóteo 1:1-13, fala sobre estes três aspectos:
A) Sem lágrimas (vs 4).
• Quando foi a última vez que choramos diante de Deus? Quando foi a última vez que choramos pelos perdidos? O nosso ministério deve ser caracterizado por um coração quebrantado. Inclusive, quando falamos sobre adoração, o seu significado é prostração, rosto no chão – quebrantamento!
B) Fé fingida (vs 5).
• Devemos ter e boa consciência naquilo que fazemos (I Tm 1:19-20).
• Fé fingida significa pregar aquilo que não creio. O Senhor sempre fala conosco, mas quanto menos dermos atenção à sua voz menos Ele falará, até chegar ao ponto de não escutarmos mais a sua voz, então, perderemos a fé, e como resultado, não iremos mais crer naquilo que pregamos (I Tm 3:9).
• Ter boa consciência significa fazer o que é correto aos olhos do Senhor. A boa consciência deve ser avaliada mediante a Palavra de Deus e não apenas na nossa consciência humana (“voz interior”). Nem sempre a nossa consciência nos acusa e isto não significa que estamos corretos.
C) Sem fogo (vs 6).
• É quando não existe mais brilho, entusiasmo, unção e paixão pelos perdidos. Cuidado com a indiferença! (II Tm 4:1-5; 1:7).
2- Falta de Lealdade
• Vejamos dois aspectos:
A) Falta de lealdade a Palavra de Deus (II Tm 1:13).
• Devemos tomar cuidado com os “modismos” ou “movimentos” que são chamados de “avivamentos” que tem surgido nestes dias. A oração e a meditação deve ser a base do nosso ministério (Mt 6:6). Precisamos conhecer a Palavra de Deus e o Deus da Palavra!
B) Falta de lealdade de uns para com os outros (II Tm 1:15-20).
• A lealdade traz unidade, e isso agrada a Deus (Sl 133:1-3). Devemos amar e sermos leais aos nossos irmãos (I Co 13:1-13).
3- Comodismo
• Estamos muito acomodados na nossa maneira de orar, de ler a Palavra de Deus, de pregar o evangelho, de ministrar, pensando que o que estamos realizando é o suficiente. Mas o Espírito Santo irá romper com estas comodidades nos levando à uma nova maneira de viver. Quando começarmos a conhecer o coração de Deus, sairemos da nossa “zona de comodidade”. O que é que o Espírito Santo vai tirar de nós para sairmos do comodismo? Ele vai tirar as nossas vaidades, mudar a nossa rotina diária, os nossos valores e conceitos em relação a muitas coisas, e então, seremos transformados!
• Iremos sofrer pela causa de Cristo, pois estamos em “guerra”! Se lutarmos, venceremos e seremos coroados (II Tm 2:1-13). Isto irá requerer esforço, diligência, compromisso e responsabilidade.
4- Falta de Integridade
• Ser íntegro significa irrepreensível, inquestionável, de que não tenha do que acusar. Devemos ter boa conduta em tudo que fizermos. Integridade é o que faço quando estou sozinho. Quais são as nossas atitudes quando ninguém está por perto?
• Precisamos ser ministros aprovados por Deus (II Tm 2:15-26). Devemos fazer coisas que agradam ao Senhor! Ser usado por Deus não significa ser aprovado por Deus (Mt 7:21-23).
• A Bíblia nos mostra muitos exemplos de pessoas que foram usadas por Deus, mas não foram aprovadas por Ele: Sansão, Saul, Jonas, etc. Lembre-se: “… o Senhor conhece os que são seus…” (II Tm 2:19). A verdadeira adoração deve ser vista como um estilo de vida. Deus está mais interessado em quem somos e não no que fazemos!
• Porque Deus muitas vezes usa a quem Ele não aprova?
1- Porque Ele é soberano;
2- Para nos ensinar que é por graça e não por méritos;
3- Para que ninguém se glorie – “sou muito correto, oro muito, leio a Bíblia…”;
4- Para caminharmos em temor e obediência até o fim. “Ser aprovado hoje não significa que serei aprovado amanhã”;
5- Para seguirmos a Ele e não a homens. Temos uma tendência de seguirmos a homens.
5- Aparência de Piedade
• Significa vida de “fachada”. O que fala é contraditório ao seu estilo de vida (II Tm 3:1-5). Ser piedoso é alguém que ama, respeita (reverência) a Deus, e anda no temor do Senhor.
• “Porque nós somos para com Deus o bom perfume de Cristo…” – II Co 2:15. Que este bom perfume possa exalar a vida de Cristo para todos os lados!
Deus abençoe!
Ronaldo Bezerra
(Para falar com o Ronaldo envie sua mensagem para ronaldo_bezerra@hotmail.com)

17 DICAS PARA OS MÚSICOS

1- O músico precisa aprender a se “MIXAR” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
2- Todo músico deve treinar PRÁTICA DE CONJUNTO se quiser amadurecer mais rapidamente.
3- A TEORIA MUSICAL é fundamentalmente necessária, mas entre a teoria e a prática há uma distância que poucos querem percorrer.
4- “Um bom médico não é aquele que receita um remédio sem saber o que está fazendo. Um bom músico não é aquele que TOCA SEM SABER O QUE FAZ”.
5- AUTODIDATA – Há um engano no uso deste termo, pois há muitos analfabetos musicais dizendo-se autodidatas (uma desculpa para a preguiça). Autodidata é aquele que estuda sem um professor, mas estuda.
6- Uns falam antes de tocar algo, outros TOCAM ANTES DE FALAR ALGO. Eis a diferença entre “músicos” e músicos.
7- O músico deve aprender a conduzir uma MÚSICA COMO ELA É e não como ele acha que deve ser. Isto é MATURIDADE.
8- Há músicas em que o METRÔNOMO só serve para o primeiro compasso, porque necessitam de uma INTERPRETAÇÃO FLEXÍVEL.
9- A PULSAÇÃO RÍTMICA, bem como o andamento, são para serem sentidos e não ouvidos. Este princípio é para todos os músicos, mas fundamental para bateristas e percussionistas.
10- Acompanhar um cântico é antes de tudo uma prática de HUMILDADE E SENSIBILIDADE. Nas igrejas, geralmente, os músicos querem mostrar toda a sua técnica em hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir, ou seja, economize informações musicais.
11- Há uma tendência atual de supervalorizar a VELOCIDADE DO MÚSICO, quantas notas ele executa por tempo. Velocidade não é sinônimo de bom músico. O bom músico é aquele que tem a sensibilidade de fazer a coisa certa na hora certa. A velocidade é uma consequência.
12- A TÉCNICA deve ser estudada e sempre aprimorada, mas lembre-se de que é um meio de facilitar a execução da música e não um meio de EXIBICIONISMO.
13- Uma boa maneira de aprimorar a interpretação é APRENDER PRIMEIRO A SE OUVIR, DEPOIS EXECUTAR. Tem gente que canta e toca e não sabe o que está fazendo; acostume então a gravar o que é executado e seja autocrítico, estude, grave e ouça o que estudou; com o tempo você encontrará a forma ideal para a sua execução.
14- Lembre-se: PAUSA também é música, portanto, “não sole na pausa”.
15- A música possui três elementos básicos: HARMONIA, MELODIA E RITMO. Procure distribuir os instrumentos musicais no arranjo conforme estes elementos. Há instrumentos harmônicos e melódicos, há somente melódicos, há rítmicos e instrumentos que fazem os três, mas defina no ensaio ou arranjo, quais serão os devidos “papéis” para cada instrumento.
16- A ESCOLHA DO TOM DE UMA MÚSICA depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Outra observação é que o tom pode influenciar na sonorização da música vocal com acompanhamento. O problema é que muitos confundem. Na música instrumental, a técnica e a expressão são mais exigidas porque as notas devem transmitir algo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
17- VERSATILIDADE – Procure ser o mais possível. Saiba ouvir vários estilos, do erudito ao moderno, ouça com ouvido crítico e analítico. Saiba ouvir. Extraia coisas boas de cada estilo. Outro detalhe é o músico não ficar “preso” somente ao seu instrumento, saiba apreciar a forma de execução como sonoridade e fraseado de outros instrumentos.
Deus abençoe!
Ronaldo Bezerra
(Para falar com o Ronaldo envie sua mensagem para ronaldo_bezerra@hotmail.com)

Todos retirados do site do proprio pastor Ronaldo

http://www.ronaldobezerra.com.br/

Aviso: nas ultimas 2 materias Estarei preparando algo Especial

Fiquem atento ao Twitter @Kleber_thasyz me sigam e sejam abençoados

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2 respostas para “Como ministro de Louvar deve levar as pessoas adorar o nosso Deus

  1. É isso aí, a música tem um propósito, e se esse propósito não é atingido ela perde o sentido.

    Nos esforcemos então para adorar verdadeiramente o nosso Deus, e não simplesmente cantar ou tocar!

  2. Gêe disse:

    Lendo esse post me lembrei do que a Kim Walker fala no vídeo de How He Loves: sem o amor de Deus isto é apenas barulho, palavras, instrumentos…
    As matérias são muito boas mesmo.

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